Localização e História
Artigo na Wikipedia: Gondor
Pontos de Interesse:
- Minas Tirith - Capital
- Dol Amroth
- Cirith Durandur
Caracteres
- Cemendur, segundo-em comando do barahir em Cirith Dunrandir,mutilado como exemplo por Egalmoth. Ainda leal a Barahir
- Perelin, comerciante de lãs em Cirith Dunrandir, leal a Barahir.
- Salgant, filho de Cemendur. Acredita que Barahir traiu seu povo.
- Egalmoth usurpou o feudo de Barahir para si. Cemendur foi torturado, seus subordinados foram enforcados, e seus homens foram escravizados e levados para longe. Também é a eminência parda de Dol Amroth. Foi capturado em uma armadilha pelo grupo de aventureiros. Seu interrogatório rendeu valiosas informações
Situação Política
Informações do grupo até agora sobre a situação em Minas Tirith e do interrogatório de Egalmoth:
O que o Conselho sabe sobre o Boromir são inferências, a partir do que souberam nestes anos. Boromir é um homem extremamente orgulhoso, especialmente dos feitos de seus antepassados. Ao longo dos séculos, a linhagem dos Regentes de Gondor misturou-se aos ramos secundários da linhagem dos reis, e Boromir não se vê como usurpador.
Beregorn informa: elfos são bem-vindos em Minas Tirith, pelo povo ainda que não pelos governantes do momento. As portas estão abertas. A entrada na cidade é livre, não é o caso da cidadela dos reis, no sétimo nível, a cidadela é guarnecida pela guarda de Gondor. O tratado com Mordor permitiu a Boromir manter ainda uma guarda de honra. Quanto ao acesso à cidadela, Beregorn conhece meios discretos --- não secretos --- de acesso a uma das áreas residenciais dos cortesãos, mas apenas isso.
Boromir foi reconhecido rei de Gondor por Sauron, e, em troca, Gondor cedeu a margem esquerda do Anduin para Mordor. Além disso, Boromir rendeu vassalagem a Sauron e paga um tributo anual, em bens e em pessoas.
De forma geral, Boromir se mantém isolado na cidadela dos reis. O acesso a ele é cuidadosamente controlado por seus cortesãos. Sabe-se que ele tem procurado sábios e eruditos de regiões muito afastadas, mesmo do sul e o leste, mas ninguém sabe o que ele busca, Beregorn tinha esta informação a partir do amigo dele na corte.
Interrogatório do Elgamoth
Egalmoth revelou que já se encontrou algumas vezes com Boromir, como representante pessoal do Príncipe Erchirion. No entanto, Boromir só tratou com ele assuntos pertinentes a Dol Amroth. Egalmoth não tem ideia de o que Boromir está buscando, e nem quem já teria sido consultado ou como eles foram selecionados. Ele se lembra que, há coisa de uns quarenta anos, o pai de Boromir fez a mesma coisa, mas é só.
Elgamoth não sabe da viagem de Boromir à Rivendell, só sabe que o Boromir desapareceu por algum tempo, e voltou trazido pelas forças de Mordor. Boromir não fala no assunto, e o próprio Egalmoth era ainda bem jovem quando isso aconteceu. Quanto à espada reforjada de Isildur, portada por Aragorn, Egalmoth nunca soube de seu paradeiro ou mesmo que fora reforjada — também não tem notícias de prisioneiros hobbits ou humanos da Cia dos Anel —. Para ele, Boromir *é* o rei, o rei de que Gondor precisa neste momento.
Ele deixa a posição dele muito clara. Ele considera que não faz diferença ser um covarde morto ou um herói morto: os dois estão mortos. Um morto não pode fazer nada, não pode sequer decidir se é um covarde ou um herói. Ele e todos os nobres de Gondor têm obrigações muito claras com seus súditos. Uma delas é zelar por seu bem-estar. Ele não vai deixar este dever de lado. Claro que ele conhece todas as histórias sobre a Guerra da Última Aliança — mas isso foi há três mil anos, e ele tem que dar conta dos problemas de agora e não dos problemas de Elendil.
Quanto a Faramir, o rumor é que ele conduz uma operação de guerrilha em Ithilien. Boromir não se manifesta sobre o assunto. Em relação a essas guerrilhas, Egalmoth andou pesquisando o assunto, já que temia que algo assim se instalasse em Dol Amroth --- uma das razões para ter reprimido tão duramente a guerrilha incipiente em Cirith Dunrandir. O problema é que as guerrilhas em Ithilien não têm uma liderança única, são bandos mais ou menos interconectados. Alguns atacam apenas as forças de Mordor, outros atacam também as forças de Gondor, e outros ainda têm um caráter mais defensivo. Como não se sabe se Faramir de fato está vivo, tampouco se sabe a qual destes grupos ele estaria ligado.
Sem informação sobre Boromir e se patrocina, ataca o apenas ignora as guerrilhas de Ithilien. Finalmente, quanto às guerrilhas de Ithilien, não temos contato com nenhuma delas, nem o Egalmoth.
Da guerrilha de Cirith Durandur, ha ainda alguns (ele não sabe quantos) prisioneiros nas galés de Dol Amroth. Quanto ao Barahir, todos acham que ele se acovardou e fugiu com a família, na ótica do Egalmoth ele é um traidor.
Há embaixadores permanentes de Orthanc e de Barad-Dûr em Minas Tirith. Ele pode nominar e falar algo sobre os embaixadores de Orthanc e Barad-Dur e o fará em seguida (assim que LCD criar essas informações.
Acerca da situação na Marca de Rohan, não sabe dizer como ela tem sido mantida sob controle e porque não se apontou um novo rei após a morte do Grima . Ele suspeita que Saruman tenha planos para a Marca, mas isso é especulação dele.
Ele diz que somos perigosos. Diz que ele não está preocupado com a segurança dele, mas ele percebe que vocês somos uma ameaça ao reino. Ele diz que é muito divertido ver que os elfos demoraram apenas trinta anos para perceber o que estava acontecendo, e então mandam um espião terrorista para causar problemas para os humanos.
Não há espiões em estalagens. O que há é uma política de incentivo a informações sobre pessoas estranhas ou preocupantes.
Pela natureza das perguntas que foram feitas a ele, ele já tem uma série de informações a nosso repeito e sobre o que sabemos. Partindo, naturalmente, do pressuposto que nosso amigo pragmático-colaboracionista tenha fornecido informações correspondentes à verdade e não sobre uma verdade que ele acredite…
O Culto de Tar Mairon existe em Gondor, mas não tem criado problemas, não se tem notícias de sacrifícios humanos.
Foi cantado ao Egalmoth a história da Cia do Anel, iniciando com a criação dos aneis do poder e do um anel, formação da última aliança e a derrota de Sauron na guerra da última aliança e a perda do anel, sua redescoberta, criação da companhia e viagem até Moria. Finalizando com o reaparecimento de Boromir, coroado rei após jurar vassalagem à Sauron. Achardir canta longamente a história da Companhia do Anel e das consequências de sua queda. Durante a canção, Egalmoth olha fixamente para o elfo revelado, claramente abalado pelo que vê e ouve.
Ao final, Achardir se cala e baixa a cabeça. Após alguns minutos de silêncio, ele ergue os olhos e fita diretamente Egalmoth, ainda transfixado pela canção. Achardir fala simplesmente:
: “Egalmoth, filho de uma casa antiga e orgulhosa dos homens, ajude-nos.”
: “Meu senhor Achardir!” responde Egalmoth, surpreendendo a si mesmo. Após uma breve hesitação, ele prossegue: “Como posso ajudá-los?”
: “Não nos denuncie, nossa missão precisa se revestir de grande segredo.”
Egalmoth hesita mais uma vez, preso entre dois deveres conflitantes.
: “Assim o farei, meu senhor.”
: “Você pode nos ajudar a encontrar Boromir?”
O jovem nobre pensa um pouco, e responde: “Posso lhes confiar uma mensagem para ser entregue ao rei. Isso ajuda?”
Assim o grupo consegue uma carta de apresentação de Egalmoth para que possam tentar uma conversa com Boromir, Rei de Gondor