Desde que me lembro por gente, jogos de tabuleiro (e de cartas também) sempre me cativaram. Iniciei com os clássicos Ludo, Trilha, Damas, Xadrez, Banco Imobiliário, War, Detetive e Cacheta, dentre outros.
Após vários anos onde meu envolvimento com jogos foi apenas com o Xadrez, numa viagem à Europa, trouxe na bagagem de volta os premiados Catan e Carcassone, reacendendo a vontade de conhecer mais jogos, o que efetivamente aconteceu anos depois, quando me aposentei.
Ao me aposentar e fixar residência em Curitiba, participei de um Retiro Lúdico (encontro de aficionados por jogos de tabuleiro realizado numa cidade vizinha) e tive oportunidade de conhecer pessoas e muitos jogos. Tive motivação, inclusive, para criar jogos de tabuleiro. Desde então, frequentemente procuro estar com amigos para jogar, bem como participar de eventos específicos, como o Spa de Jogos, no Nordeste e o próprio Retiro Lúdico.
Os jogos que mais me atraem são os que exigem raciocínio e estratégia, podendo ter ou não fator sorte envolvido, e cujas regras sejam simples e de rápido aprendizado. Eventualmente, alguns jogos que não se enquadram nestes quesitos são muito bem-vindos.
Mas… por que jogar? Simplesmente porque é legal, é divertido… É um ótimo passatempo! Como brinde, o jogo promove (além do bem-estar, pelo seu entretenimento) interação social, desenvolvimento cognitivo e até psicomotor (no caso dos jogos de destreza), dentre outras coisas.