Eu jogo há um tempinho. Jogos de tabuleiro comecei com os antigos e meio chatos, War e Banco Imobiliário lá pelos anos 80. Mas retornei a jogar jogos de tabuleiro no começo dos anos 2000, ja com jogos mais modernos e bacanas.
Pouco depois, em 1983, joguei Atari pela primeira vez e, ainda que não seja um jogador muito constante de eletrônicos, jogo ocasionalmente desde então.
Já RPG eu conheci em 1984, mais ou menos, com um filme do Tom Hanks contra rpg (Mazes & Monsters) e o filme só teve o efeito de me deixar profundamente curiosos sobre esse tipo de jogo. Mas só consegui jogar pela primeira vez, mais ou menos em 1991, pouco antes da popularização do RPG no país.
Considero que jogar é inerente ao ser-humano, uma atividade agradavel, bastante socializadora e estimulante. Vejo os jogos como potenciais (e já usados) meios de ensino e lazer, de construção de habilidades sociais e um hobby saudável em sua maior parte.
Acho que o “vicio”, envolvido, sobretudo (mas nao apenas) em jogos eletrônicos, com raras exceções, é fruto de outras ausencias e dificuldades pessoais, as quais o jogar (compulsivo) vem a preencher. Há um problema sério, no entanto, em jogos de azar, como bingo e afins, que causam dificuldades não somente de perda de tempo, mas sobretudo financeiras, e, por esta razão, por mais que ame jogos, os que envolvem apostas em dinheiro (bingo, cassinos clandestinos, etc) sou contra.