Gumperz’s specific interest is in the question of how linguistic choices are tied to social constraints and categories:

Ultimately it is the individual who makes the decision, but his freedom to select is always subject both to grammatical and social restraints. (…) The power of selection is [therefore] limited by commonly agreed on conventions which serve to categorize speech forms as informal, technical, vulgar, literary, humorous, etc. (…) The social etiquette of language choice is learned along with grammatical rules and once internalized it becomes a part of our linguistic equipment. Conversely, stylistic choice becomes a problem when we are away from our accustomed social surroundings. (Gumperz 1964: 138)

Brigitta Busch, “The Linguistic Repertoire Revisited”

doi:10.1093/applin/ams056

A mesmíssima coisa acontece nas comunidades de jogadores! Os jogos são categorizados de acordo com as convenções sociais de cada comunidade! Alguns serão considerados infantis, outros serão “filler”, e assim por diante. Crucialmente, o que é “infantil” em uma comunidade pode ser algo muito sério em outra — por exemplo, penso no campeonato mundial de Monopoly.

Isso também se aplica às normas informais da comunidade.

Há uma sinergia entre as normas informais de uma sociedade e a sua linguagem; esta é influenciada por aquelas, e as realiza — as media.

Translanguaging. Super-diversity.

Da mesma maneira que a super-diversity, proporcionada pelos meios de comunicação, influencia as linguagens, influencia os jogos. Pode não ser coincidência que os jogos de tabuleiro estejam vivendo uma renascença nos últimos 30 anos.

Usar mecânicas como métrica desta diversificação.