O bom do jogo é o percurso. Não é o final dele.
Se uso a lente lúdica para examinar um relacionamento, o que ela revela?
De início, a atração pode vir do plano Estético. Não necessariamente o encantamento por beleza física, mas a estética da companhia.
Em um aplicativo, o plano E vem depois!
Podemos começar por D — por exemplo, uma dança na qual se conhecem.
Não sabemos as regras. Vamos aprendendo aos poucos, por tentativa e erro. Realizamos atos M e observamos os resultados D.
Alguns jogadores são mais hábeis, outros mais inábeis.
Pode ser que o jogo seja bom, apesar dos erros. Ou eles podem encerrar o jogo.
Como quer que seja, vamos conhecendo mais sobre o jogo e sobre o parceiro. Quais M provocam quais D? Qual o efeito de D sobre M e sobre E?
Ah, sim: é um jogo cooperativo E competitivo.