Ponto comum a todos: o jogo está presente desde cedo em sua vida
Amaral pediu ao primo que explicasse as regras — um jogo com seis dados devia ser muito complicado!
Os jogos também me mostram outra coisa importante. Joga-se tentando a vitória, mas o objetivo do jogador é jogar e não ganhar. Isso se aplica ao sexo, à vida,… e ao amor.
Marcelo quer ganhar sempre — mas joga.
Somos Homo regulans. Queremos o conforto das regularidades. Thalia quer que a sala de jogo e os jogadores continuem a ser sempre os mesmos.
O Sol nasce todos os dias, mas às vezes está nublado, às vezes chove.
Temos aqui um cardápio de pizzas (Paula) a maionese estragada.
Criamos mundos virtuais desde sempre. Alguns são só nossos: sonhos. Alguns mostramos a outros: narrativas.
Os jogos são os mundos virtuais que criamos em conjunto com outras pessoas, desde sempre.
Os jogos podem ajudar a criarmos as regras para os nossos novos mundos virtuais. Não é à toa que são jogos, com tanta frequência.
Marcelo fala na coragem de encarar os adversários. Esta coragem nos falta no mundo virtual, sobra a coragem covarde do bully.
O jogo nos ensina o que fazer com quem finge respeitar as regras, mas na verdade as destrói: nós o excluímos.
Usar as regras e não sermos prisioneiros delas.
André Zorzo: sou um jogador.
Arnaldo fala nos jogos que não são jogos, e fala nos jogos como uma linguagem. Laila fala do que as pessoas “falam” com o jogo.
Mallen: pessoas são mais importantes que regras.
Arnaldo: o jogo para desenvolver a ética
Artur coloca o designer como parte da experiência do jogo!
Ducci descobre a miopia durante Yahtzee
O papel da narrativa: para que não precisemos experienciar o sofrimento em primeira mão. É certo que nunca todos apreciarão a lição, mas todo professor sabe que apenas alguns alunos aprendem.
Isso é mostrado pelo Edward e pelo Ducci
Mecanicamente, um jogo como o Buraco é simplista. Por que, então, tantas pessoas conseguem jogá-lo extensamente, mesmo quando conhecem outros?
Parte da resposta está em o que se tira do jogo — ou o que se coloca nele!
Fábio: para que realidade virtual?