Existem algumas coisas que nós achamos tão comuns, mas tão comuns, que nunca nos damos conta da riqueza que existe nelas. Isso também acontece com os jogos, claro. Basta falarmos em jogos para muita gente pensar logo em uma tela de celular ou de computador, ou talvez em uma caixa com peças e um tabuleiro.
Mas por que não pensar em um baralho — em cartas?
Simples cartas de jogo, tão familiares. Divididas por naipes, com números e figuras. E quantos jogos se podem jogar com elas! Há alguns muito comuns no Brasil: mexe-mexe, buraco, truco, paciência, pôquer… mas existem milhares de jogos com cartas!
Sem falar em outras brincadeiras, como construir castelos de cartas, ou ver quem consegue jogar cartas mais longe (não é fácil!). Que outras brincadeiras com cartas vocês conhecem?
Mas vejam que a riqueza das cartas não está só nisso. Por exemplo, estes baralhos mais comuns no Brasil são do tipo francês; mas existem outros tipos, como o alemão ou o espanhol, com naipes e cartas diferentes.
As cartas de jogo foram inventadas na China, há mais de mil anos. Elas chegaram à Europa no século XIV; as primeiras cartas europeias eram as cartas do Tarô, que hoje em dia são mais usadas para ler a sorte — mas também existem jogos próprios para estas cartas, como o Taroco!