Usando a videoconferência na academia

Assim como em qualquer atividade humana, a pandemia de covid-19 traz problemas e desafios para as universidades. Muitas atividades acadêmicas envolvem, simultaneamente, várias pessoas. As aulas, é claro, são as que primeiro vêm à mente. Mas há outras: reuniões administrativas, especialmente de órgãos colegiados; reuniões entre professores orientadores e seus orientandos; palestras e entrevistas, defesas e bancas, e mais outras ainda.

Tudo isso leva à necessidade do uso de ferramentas de videoconferência. Idealmente, professores e alunos aproveitariam a infraestrutura de informática das suas universidades para realizar reuniões virtuais.

Na prática, poucas universidades têm esta capacidade, e mesmo assim quase sempre é uma capacidade reduzida. De mais a mais, a pandemia criou uma complicação adicional, exigindo que professores e alunos utilizem seus próprios equipamentos e software.

Desta maneira, a seleção de qualquer software de videoconferência tem que considerar que ele será usado por pessoas em localizações diversas – às vezes, geograficamente distantes –, utilizando os equipamentos mais variados.

Isso cria, de imediato, duas restrições. O software selecionado tem que ser multiplataforma; idealmente, podendo ser usado em qualquer sistema operacional – é sempre importante lembrar que não existe apenas Windows –, e em qualquer tipo de aparelho – de um celular a um computador de mesa.

Quartel-mestre

Polímata.

Próximo

Relacionados